SEPPI participa de missão do Governo Brasileiro para conhecer a regulação portuária na Inglaterra
Atualizado em 02/06/2025

Entre os dias 19 e 23 de maio, o Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) integrou a missão internacional organizada pela Associação de Terminais Portuários Privados (ATP), em Londres, com o objetivo de conhecer o modelo de exploração portuária do Reino Unido e o funcionamento dos principais portos britânicos.

A diretora de Programas, Patrícia Gravina, participou de reuniões com representantes da Organização de Gerenciamento Marítimo — vinculada ao Departamento de Meio Ambiente —, da Autoridade Portuária de Londres e do Departamento de Transportes, para aprofundar o entendimento sobre a estrutura regulatória do setor no país.

Durante a missão, a gestora promoveu um importante intercâmbio institucional, ampliando a rede de contatos estratégicos e levantando boas práticas que possam ser adaptadas ao sistema portuário brasileiro. Além disso, acompanhou representantes do governo brasileiro na divulgação do portfólio de projetos qualificados no âmbito do PPI.

A comitiva visitou os principais portos da Inglaterra, como o London Gateway, responsável por 70% da operação de contêineres da Inglaterra, é um terminal privado multipropósito operado pela DP World com capacidade de 3,6 milhões de TEUs/ano e calado de 17m. O porto de Tilbury é o terceiro maior na Inglaterra recebe navios de short sea vindos da Europa e movimenta cargas para construção civil, carga geral, granel vegetal, veículos, celulose. O terceiro porto foi o de Southhampton, que também é multipropósito, mas com destaque para operações de contêineres pela DP Wold (2 milhões TEUs/ano), veículos e passageiros (há 5 terminais para cruzeiros).  Possui profundidade de 17 m atende às linhas asiáticas e das Américas do Sul e do Norte.  

“As visitas foram muito interessantes porque observamos o esforço que os portos britânicos estão fazendo para a descarbonização e notamos que os desafios são os mesmos: como pensar em mecanismos de incentivo econômico para viabilizar investimentos para a transição energética”, comentou Patrícia Gravina.

E, nessa linha, o grupo fechou a agenda em Londres na International Maritime Organization – IMO, agência das Nações Unidas responsável pela regulamentação do transporte marítimo, discutindo com a delegação brasileira os impactos e desafios para a viabilização dos investimentos portuários para alcançar o modelo Net Zero. Destaque para os projetos de descarbonização e seus desafios.

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